Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha
24 a 26 de Março
O CCC vai receber, de 24 a 26 de Março, um Ciclo de Cinema Francófono no qual serão exibidos três filmes, legendados em português para o efeito, pelas Embaixadas de França, Canadá e Suíça, numa parceria com a Alliance Française das Caldas da Rainha.
Vão ser exibidos os filmes "La vraie vie est ailleurs", de Frédéric Choffat, "L´île de Black Mor", de Jean-François Laguionie, e "La Grande Séduction", de Jean-François Pouliot.
"La vraie vie est ailleurs" (Embaixada da Suíça)
Estação de Genebra. Uma mulher vai a Marselha dar uma conferência, um homem dirige-se a Berlim para conhecer o seu filho, uma jovem vai viver para Nápoles e quando se sentam uns em frente dos outros, uma nova realidade pode surgir. Três encontros, três histórias de vida que oscilam no cais de uma estação. E se a vida real estivesse noutro lugar?
"L´île de Black Mor" (Embaixada de França)
1803, Costa de Cornouailles. Um rapaz de 15 anos, o “Kid”, vive num orfanato onde as crianças são mal tratadas.
Não sabe o seu nome e os seus únicos momentos de paz são aqueles em que, no refeitório onde um velho professor lê um livro, assiste aos relatos da vida de Black Mor, um célebre pirata.
As suas aventuras fascinam-no e Kid sonha em parecer-se com ele.
Um dia, uma carta do pai do Kid chega ao orfanato, na qual diz querer voltar a ver o seu filho. Contudo o director opõe-se e ele foge.
Este apenas ficou com o livro que conta as proezas de Black Mor e o mapa de uma ilha do tesouro.
"La Grande Séduction" (Embaixada do Canadá)
Um morador da pequena vila piscatória Sainte-Marie-La-Mauderne, Germain tenta convencer uma empresa multinacional a montar uma fábrica na periferia da mesma.
Antigo porto de pesca, Sainte-Marie-La-Mauderne passa tempos difíceis e a maioria dos seus moradores está, agora, desempregado.
A fim de satisfazer os requisitos de seguros da multinacional, Germain deve convencer um médico a estabelecer-se na vila.
Liderados por Germain, os 150 habitantes vão fazer tudo o que está ao seu alcance para convencer um jovem médico a ficar na comunidade.
Como eles estão cada vez mais perto do seu objectivo, e reconhecendo que, na sua relação com o médico, existiu uma ténue linha entre a persuasão e a mentira, Germain e os outros moradores têm que escolher entre a sua fábrica... e a sua integridade como comunidade.
Dia 24 de Março
Grande Auditório
10h00 - La vraie vie est ailleurs
15h00 - La vraie vie est ailleurs
Dia 25 de Março
Grande Auditório
10h00 - L´île de Black Mor
15h00 - L´île de Black Mor
26 de Março
Grande auditório
10h00 - La Grande Séduction
15h00 - La Grande Séduction
Pequeno auditório
21h30 - La Grande Séduction
Preço:
Sessão diurna 1,50€
Sessão nocturna 2,50€
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segunda-feira, 22 de março de 2010
sexta-feira, 5 de março de 2010
Um Espectáculo De Arte Comunitária "Vale"
Grande Auditório CC Caldas
6 de Março às 21:30
7 de Março às 16:30
"Vale" é um projecto de criação artística regional que parte do património dos lugares e das gentes do Vale do Tejo e se conjuga com os Teatros e as comunidades onde estes hoje se integram.
Este é um espectáculo coreográfico e musical que mobiliza 13 intérpretes vindos da dança, do teatro e da música, 30 participantes locais e que com a sua dinâmica laboratorial cria espaços de encontro e trabalho regular entre artistas e as populações: população jovem, sénior, famílias e adultos.
O projecto surge de um convite que a Artemrede fez a Madalena Victorino para criar um projecto de Arte Comunitária para o Vale do Tejo.
Um projecto que constrói um “anel” de afinidades entre teatro e território e que através do seu modo de criação, leva sectores humanos habitualmente distanciados a aproximarem-se entre si e a aproximarem-se do Teatro.
"O Teatro como casa de celebração, casa aberta e viva, em que a actividade teatral diz respeito, faz sentido, entusiasma e interessa os seus habitantes", refere a criadora.
"Vale" apresenta-se sob a forma de 4 canções coreográficas que, cheias de episódios roubados com os olhos a Alcanena, Montijo, Santarém e Sobral de Monte Agraço, se compõem numa narrativa forte e fluida de movimentos musicais e movimentos ficcionados com os corpos e a sua voz.
"Nesta terra onde o rio é mar, aprendemos que a pele tem flor, que o gado tem vida de homem, que os lençóis são de água escura, que as pedras se rebentam para fazer nascer as oliveiras, que no tomilho poisam morcegos, que o vento lava, leva e traz", adianta Madalena Victorino.
A música deste espectáculo é de Carlos Bica, mas tocada ao vivo por músicos da região.
"Todos nós conhecemos o fandango ou já tivemos a oportunidade de ouvir um vira ribatejano, no entanto teria sido muito pouco interessante restringir o programa musical deste espectáculo ao uso único de folclore característico da região ou adaptações do mesmo", comenta Carlos Bica.
Apesar de inspirado nos costumes, tradições e paisagens da região o "Vale" é muito mais do isso, "ele fala de nós e quer ser um hino à Vida".
Para Carlos Bica e para os músicos participantes, "foi um desafio não nos limitarmos a tentar reproduzir a herança deixada pelos antepassados e pela arte dos que nasceram e viveram na região mas também dar um pouco de tudo aquilo que nós somos e fazemos no aqui e agora".
Em cada local o espectáculo será único, dada a presença de cerca de 30 participantes escolhidos entre a população.
Duração: 75 min.
m/6
Preço Normal - 12,50€
Preço Especial - 10€
Criação Madalena Victorino em co-criação com os intérpretes
Direcção Musical e Música Carlos Bica
Interpretação Ainhoa Vidal, Costanza Givone, João Vladimiro, Lucília Raimundo, Marta Silva, Martinho Silva e Miguel Fragata
Músicos André Silva [guitarras], Carlos Santos [baixo eléctrico], Emanuel Soares [acordeão], Isaac Achega [bateria], Luís Martins [guitarras] e Pedro Salvador [guitarras]
Assistência Artística [Dança] Marta Silva
Assistência Artística [Textos e Comunidade] Inês Barahona
Consultoria Artística Peter Michael Dietz
Desenho de Luz Cristóvão Cunha
Fotografia Hélder Cardoso
Realização de Vídeo Eva Ângelo, Hélder Cardoso e João Vladimiro
Vídeo Pedro Sousa e Luís Bombico
Vídeo Documentário Eva Ângelo
Figurinos Ainhoa Vidal
Costureira Lucília Peleias
Produção Executiva Inês Barahona
Produção Artemrede – Teatros Associados
6 de Março às 21:30
7 de Março às 16:30
"Vale" é um projecto de criação artística regional que parte do património dos lugares e das gentes do Vale do Tejo e se conjuga com os Teatros e as comunidades onde estes hoje se integram.
Este é um espectáculo coreográfico e musical que mobiliza 13 intérpretes vindos da dança, do teatro e da música, 30 participantes locais e que com a sua dinâmica laboratorial cria espaços de encontro e trabalho regular entre artistas e as populações: população jovem, sénior, famílias e adultos.
O projecto surge de um convite que a Artemrede fez a Madalena Victorino para criar um projecto de Arte Comunitária para o Vale do Tejo.
Um projecto que constrói um “anel” de afinidades entre teatro e território e que através do seu modo de criação, leva sectores humanos habitualmente distanciados a aproximarem-se entre si e a aproximarem-se do Teatro.
"O Teatro como casa de celebração, casa aberta e viva, em que a actividade teatral diz respeito, faz sentido, entusiasma e interessa os seus habitantes", refere a criadora.
"Vale" apresenta-se sob a forma de 4 canções coreográficas que, cheias de episódios roubados com os olhos a Alcanena, Montijo, Santarém e Sobral de Monte Agraço, se compõem numa narrativa forte e fluida de movimentos musicais e movimentos ficcionados com os corpos e a sua voz.
"Nesta terra onde o rio é mar, aprendemos que a pele tem flor, que o gado tem vida de homem, que os lençóis são de água escura, que as pedras se rebentam para fazer nascer as oliveiras, que no tomilho poisam morcegos, que o vento lava, leva e traz", adianta Madalena Victorino.
A música deste espectáculo é de Carlos Bica, mas tocada ao vivo por músicos da região.
"Todos nós conhecemos o fandango ou já tivemos a oportunidade de ouvir um vira ribatejano, no entanto teria sido muito pouco interessante restringir o programa musical deste espectáculo ao uso único de folclore característico da região ou adaptações do mesmo", comenta Carlos Bica.
Apesar de inspirado nos costumes, tradições e paisagens da região o "Vale" é muito mais do isso, "ele fala de nós e quer ser um hino à Vida".
Para Carlos Bica e para os músicos participantes, "foi um desafio não nos limitarmos a tentar reproduzir a herança deixada pelos antepassados e pela arte dos que nasceram e viveram na região mas também dar um pouco de tudo aquilo que nós somos e fazemos no aqui e agora".
Em cada local o espectáculo será único, dada a presença de cerca de 30 participantes escolhidos entre a população.
Duração: 75 min.
m/6
Preço Normal - 12,50€
Preço Especial - 10€
Criação Madalena Victorino em co-criação com os intérpretes
Direcção Musical e Música Carlos Bica
Interpretação Ainhoa Vidal, Costanza Givone, João Vladimiro, Lucília Raimundo, Marta Silva, Martinho Silva e Miguel Fragata
Músicos André Silva [guitarras], Carlos Santos [baixo eléctrico], Emanuel Soares [acordeão], Isaac Achega [bateria], Luís Martins [guitarras] e Pedro Salvador [guitarras]
Assistência Artística [Dança] Marta Silva
Assistência Artística [Textos e Comunidade] Inês Barahona
Consultoria Artística Peter Michael Dietz
Desenho de Luz Cristóvão Cunha
Fotografia Hélder Cardoso
Realização de Vídeo Eva Ângelo, Hélder Cardoso e João Vladimiro
Vídeo Pedro Sousa e Luís Bombico
Vídeo Documentário Eva Ângelo
Figurinos Ainhoa Vidal
Costureira Lucília Peleias
Produção Executiva Inês Barahona
Produção Artemrede – Teatros Associados
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
«KANUKANAKINA» E AS ESCULTURAS SONORAS
Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha
11 Fevereiro 2010 | 21:30 | Pequeno Auditório
Preço Normal - 5€
Preço Estudante - 3€
“Kanukanakina” é um projecto musical de Miguel Pipa, desenvolvido a partir de instrumentos musicais construídos na lógica do do Circuit‐bending (modificação de circuitos).
A partir de antigos brinquedos e máquinas electrónicas, de objectos criados a partir de materiais reutilizados e da reinterpretação de objectos do quotidiano, nasce o projecto “Kanukanakina”.
Num processo de fusão com os instrumentos electrónicos convencionais, Miguel Pipa, o mentor do projecto, vai criando diferentes paisagens sonoras melódicas e experimentais. E além de se tornarem instrumentos musicais, os objectos modificados são verdadeiras esculturas plásticas.
A arte é muitas vezes feita de acasos ou de acidentes que acontecem no processo criativo e que resultam numa oportunidade de explorar novas formas, novas ideias, novos conceitos.
A busca destes acasos é a essência do Circuit‐bending, que significa modificação de circuitos.
Esta técnica de alteração de dispositivos permite a construção de coisas novas, que produzem sons ou imagens estranhos, a partir de coisas velhas.
Aparelhos electrónicos, sintetizadores, controles remotos, CD players, altifalantes, telefones, bonecas e brinquedos, tudo é matéria-prima para o Circuit‐bending.
Nascida nos anos 60, esta arte da manipulação electrónica representa uma força catalisadora na exploração de material sonoro, capaz de criar novas formas musicais.
Miguel Pipa: maquinarias, brinquedos e quinquilharia
Miguel Ramos: baixo
VER VIDEO
O PORCO LAU E OS TRÊS LOBINHOS
Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha
7 Fevereiro 2010 | 16:30 | Pequeno Auditório
Preços
Crianças – 4,50€
Adulto – 7,50€
Pacotes Família:
Pacote A – 2 Adulto + 1 Criança = 17,50€
Pacote B – 1 Adulto + 2 Crianças = 15€
Bilhete Grupo (10 Crianças + 1 Adulto) = 37,50€
A Companhia de Teatro "Os Papa-Léguas" apresenta a peça «O Porco Lau e os Três Lobinhos», que conta a história da geração seguinte ao conto tradicional «Os Três Porquinhos e o Lobo Mau».
Na versão original os três porquinhos são perseguidos pelo lobo mau que quer comê-los mas não consegue acabando por cair na panela da sopa.
Neste espectáculo a história não acaba aqui e continua com a nova geração dos personagens tradicionais e com os papéis invertidos.
Assim temos o Porco Lau de seu nome Barbosa, que depois se disfarça de Idalete e as três lobinhas que se transformam em lobinhos que vão viver novas peripécias.
Ficha Artística e Técnica
Interpretação: Cristina Basílio, Margarida Borges, Pedro Cardoso e Sofia Petinga.
Texto, encenação e cenografia: Mário Jorge
Concepção musical: J.Gomez
Coreografias: Margarida Borges
Desenho de luz: O. Anorev
Figurinos: Marije
Mestra de costura: Maria José Baptista
Design gráfico: Miguel Gomes
Público-alvo: m. 4 /CCE
Duração: 50 minutos
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