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quinta-feira, 25 de março de 2010

"Monólogos da Snaita" - o lado Y


Orfeão Velho de Leiria

27 de Março de 2010, 22h00

"O Nariz" - Teatro de Grupo

Sete mulheres falam de si e das suas experiências.
Em formato de café-teatro

Encenação:
Pedro Oliveira

Interpretação:
Ana Moderno, Andreia Estrada,
Liliana Silva, Maria Jeromito,
Sandrine Cordeiro, Sónia Ramalho, Susana Santos

Observações:
M/16

quinta-feira, 18 de março de 2010

A Boda


Cine-Teatro de Alcobaça

20 de Março de 2010 - 21h30

8€

Com Maria Vieira - Teatro Experimental de Cascais

“A Boba” é um espectáculo com encenação de Carlos Avilez, realização plástica de Fernando Alvarez e canções originais de Luís Pedro Fonseca. Com um texto de Maria Estela Guedes, Maria Vieira interpreta “A Boba”, uma peça que destrói o mito medieval de Pedro e Inês.

Dividida em três actos, satiriza-se sobre a natureza do amor e a forma diferente como homens e mulheres amam e vivem esse sentimento. Para contar e mostrar o mito da história de Pedro e Inês recorre-se a diversos autores, desde Agustina Bessa Luís até Camões ou Bocage. Fala-se dos ciúmes de D. Afonso IV pelo filho; do medo que Pedro tinha do pai violento; da pedofilia e homossexualidade de D. Afonso IV; das mentiras e infidelidades de Pedro e da sua cobardia, que o levou a fugir de Coimbra para não presenciar a morte da sua amada Inês.

De: Maria Estela Guedes
Encenação: Carlos Avilez
Interpretação: Maria Vieira

Observações:
M/16
Duração: 1h20

domingo, 14 de março de 2010

Noites branca


Orfeão Velho de Leiria

17 de Março de 2010 - 22h00

Chão Concreto

A premissa central de uma adaptação da obra russa tem, como incontornável primeiro, o romance de amor entre o personagem anónimo – o Sonhador – e Nástenka. A história de amor assume-se como motor operativo - em discurso directo, dialogante - para um tratamento dramaturgico do enredo. Não obstante, esta evidência não ofusca aquela que será a pedra basilar para a construção deste espectáculo: a solidão e o diálogo interior do Sonhador dostoiévskiano.

Partindo de dois actores, a proposta é fazer uma incursão ao mesmo texto - respeitando a estrutura literária e formal - mas operando uma subversão dramaturgica subtil, no sentido de perpetuar o ponto de partida comum ao universo de dostoievski: o monólogo. Ambos contam a história, que é a sua, porque ambos são o mesmo Sonhador. O espectro do sonho é ampliado e o discurso ganha uma vida diferente, ainda mais próxima da memória afectiva, ao passar para o plano indirecto. O Sonhador entra e sai da sua própria história; encena-a; relata-a; confirma-a. O uso de dois actores potencia o jogo cénico e vai permitir uma abordagem essencialista e objectiva, procurando sempre o âmago das palavras e das emoções. O uso de dois actores homens tem como vantagem dramaturgica impossibilitar a concretização da imagem feminina, perfeita, sonhada e sempre idealizada.

O resultado é um ensaio sobre a solidão, numa espécie de solilóquio dialogante.

O espectáculo estreia agora, no Porto, tendo prevista uma reposição durante o ano de 2010, bem como a circulação pelas salas de espectáculos nacionais.

Texto: Fiódor Dostoiévski
Tradução: Filipe Guerra e Nina Guerra
Dramaturgia: Rodrigo Santos
Encenação: Rodrigo Santos
Interpretação: Ivo Bastos e Nuno Preto
Desenho de Luz: Pedro Vieira de Carvalho
Cenografia: Ricardo Preto
Figurinos: Catarina Marques
Sonoplastia: Rodrigo Santos
Design Gráfico: Mónica Santos
Produção: Marta Lima

quinta-feira, 11 de março de 2010

Sementinha Story


Orfeão Velho de Leiria

Domingo dia 14 de Março - 16h

"O Nariz" - Teatro de Grupo

"Sementinha Story",

de Luís Mourão

Encenação: Pedro Oliveira
Interpretação: Andreia Estrada, Francisco Frazão, Maria Jeromito, Sónia Ramalho

sexta-feira, 5 de março de 2010

Um Espectáculo De Arte Comunitária "Vale"

Grande Auditório CC Caldas

6 de Março às 21:30
7 de Março às 16:30

"Vale" é um projecto de criação artística regional que parte do património dos lugares e das gentes do Vale do Tejo e se conjuga com os Teatros e as comunidades onde estes hoje se integram.

Este é um espectáculo coreográfico e musical que mobiliza 13 intérpretes vindos da dança, do teatro e da música, 30 participantes locais e que com a sua dinâmica laboratorial cria espaços de encontro e trabalho regular entre artistas e as populações: população jovem, sénior, famílias e adultos.

O projecto surge de um convite que a Artemrede fez a Madalena Victorino para criar um projecto de Arte Comunitária para o Vale do Tejo.

Um projecto que constrói um “anel” de afinidades entre teatro e território e que através do seu modo de criação, leva sectores humanos habitualmente distanciados a aproximarem-se entre si e a aproximarem-se do Teatro.

"O Teatro como casa de celebração, casa aberta e viva, em que a actividade teatral diz respeito, faz sentido, entusiasma e interessa os seus habitantes", refere a criadora.

"Vale" apresenta-se sob a forma de 4 canções coreográficas que, cheias de episódios roubados com os olhos a Alcanena, Montijo, Santarém e Sobral de Monte Agraço, se compõem numa narrativa forte e fluida de movimentos musicais e movimentos ficcionados com os corpos e a sua voz.

"Nesta terra onde o rio é mar, aprendemos que a pele tem flor, que o gado tem vida de homem, que os lençóis são de água escura, que as pedras se rebentam para fazer nascer as oliveiras, que no tomilho poisam morcegos, que o vento lava, leva e traz", adianta Madalena Victorino.

A música deste espectáculo é de Carlos Bica, mas tocada ao vivo por músicos da região.

"Todos nós conhecemos o fandango ou já tivemos a oportunidade de ouvir um vira ribatejano, no entanto teria sido muito pouco interessante restringir o programa musical deste espectáculo ao uso único de folclore característico da região ou adaptações do mesmo", comenta Carlos Bica.

Apesar de inspirado nos costumes, tradições e paisagens da região o "Vale" é muito mais do isso, "ele fala de nós e quer ser um hino à Vida".

Para Carlos Bica e para os músicos participantes, "foi um desafio não nos limitarmos a tentar reproduzir a herança deixada pelos antepassados e pela arte dos que nasceram e viveram na região mas também dar um pouco de tudo aquilo que nós somos e fazemos no aqui e agora".

Em cada local o espectáculo será único, dada a presença de cerca de 30 participantes escolhidos entre a população.

Duração: 75 min.
m/6

Preço Normal - 12,50€
Preço Especial - 10€

Criação Madalena Victorino em co-criação com os intérpretes
Direcção Musical e Música Carlos Bica
Interpretação Ainhoa Vidal, Costanza Givone, João Vladimiro, Lucília Raimundo, Marta Silva, Martinho Silva e Miguel Fragata
Músicos André Silva [guitarras], Carlos Santos [baixo eléctrico], Emanuel Soares [acordeão], Isaac Achega [bateria], Luís Martins [guitarras] e Pedro Salvador [guitarras]
Assistência Artística [Dança] Marta Silva
Assistência Artística [Textos e Comunidade] Inês Barahona
Consultoria Artística Peter Michael Dietz
Desenho de Luz Cristóvão Cunha
Fotografia Hélder Cardoso
Realização de Vídeo Eva Ângelo, Hélder Cardoso e João Vladimiro
Vídeo Pedro Sousa e Luís Bombico
Vídeo Documentário Eva Ângelo
Figurinos Ainhoa Vidal
Costureira Lucília Peleias
Produção Executiva Inês Barahona
Produção Artemrede – Teatros Associados

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Sementinha Story


Orfeão Velho de Leiria

27 de Fevereiro de 2010, 22h00

O Nariz - Teatro de Grupo

Espectáculo para a infância e juventude com texto de Luís Mourão.
Esta peça abre a porta para um mundo de aventura, onde a amizade e os sonhos prevalecem.
Uma história marcada pela diferença em que uma semente persegue o seu sonho, expondo – se a diversas aventuras.
Numa linguagem simples e acessível, o espectador é levado e envolvido por esta viajem onde intervêm diversos personagens fantásticos, impedindo ou facilitando a concretização do sonho.

Ficha Técnica
Autor: Luís Mourão
Encenação: Pedro Oliveira
Interpretação: Andreia Estrada, Márcia Lima, Marisa Moita, Francisco Frazão
Ilustração: Marisa Moita
Produção: “O Nariz” Teatro de Grupo

Observações:
M/6

O ano do pensamento mágico


Teatro José Lúcio da Silva

27 de Fevereiro de 2010, 21h30

15,00€

Uma produção do Teatro Nacional D. Maria II com encenação de Diogo Infante

Uma peça de Joan Didion baseada nas suas memórias.

"Sentam-se para jantar e a vida como a conhecem termina". Na noite de 30 de Dezembro de 2003, Joan Didion e o seu marido, John, entram em casa depois de visitar a filha, Quintana, internada com uma infecção generalizada. Joan e John sentam-se para jantar e eis quando, no silêncio que se instala, John morre de ataque cardíaco. Esta história mostra a profundidade que só as grandes relações têm e reflecte sobre a doença e a morte, sobre a probabilidade e o acaso, sobre a saudade e o amor.

Ficha Técnica:
Tradução: Pedro Gorman
Encenação: Diogo Infante
Cenografia e figurino: Catarina Amaro
Desenho de luz: Miguel Seabra
Música original: João Gil interpretada ao piano por Ruben Alves
Vídeo: Pedro Macedo
Cabelo: Marina Cruz
Com: Eunice Muñoz
Assistência de encenação: Lídia Muñoz
Assistente pessoal de Eunice Muñoz: Rita Simões
Maquilhagem: Joana Ísfer
Produção: TNDM II
Espectáculo originalmente produzido por Scott Rudin; Roger Berlind; Debra Black; Daryl Roth; the Shubert Organization
Produtores executivos: Stuart Thompson; John Barlow

Observações:
M/12
Duração: 1h10m (sem intervalo)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Música para Sem-Abrigo


Foyer Teatro José Lúcio da Silva

21 Fevereiro | 17:00

Preço: 2,50€ - M/12 (limite de entrada: 100 participantes) - Duração: 1:05

Especialmente preparada para espaços não convencionais, é uma divertida sátira, para 4 actores e 1 cão, não ao mundo dos Sem-abrigo, mas à sua interacção com a restante sociedade. O mendigo imobiliário, o concurso “Mendigo de Ouro”, o passatempo, onde você espectador poderá habilitar-se a um duplex, são alguns dos momentos, bem humorados, deste espectáculo muito musical. E se o seu

Presidente da Câmara resolver importar alguns Sem-abrigo, para tornar a sua pequena cidade numa grande metrópole, o que diria? Não entre em pânico, em caso de dúvida temos, disponível 24 horas, a linha S.O.S. Sem-abrigo…


Ficha Técnica:
Criação Colectiva: Companhia Maribondo; Apoio à Dramaturgia: Carlos do Rosário; Com: Detlef Schafft, Eva Cabral, José Baltazar e José Henrique Neto; Figurinos: Companhia Marimbondo; Cenário e Adereços: Pão-Mole Criações

O Canto do Cisne


20 de Fevereiro de 2010, 22h00

Orfeão Velho de Leiria

O Nariz - Teatro de Grupo

Dois actores, uma sala de teatro desnudada, 15 projectores, uma mesa de luz e uma simples aparelhagem com leitor de CDs, ajudam a situar o encontro – (fora de horas) de dois ratos do teatro – um ponto e um actor – numa exposição cruel da vida de dois fazedores de teatro.

Duas personagens capazes de puxar pelo talento e despertar os grandes papéis que interpretaram ao longo do tempo num ritmo estonteante, em tom trágico – cómico em que todo o trabalho técnico (som e luz) é da responsabilidade dos actores.

Autor: Antón Tchékhov
Encenação: Pedro Wilson
Interpretação:
Vassili Vassilievitch Svietlovidov – Pedro Oliveira
Nikita Ivanitch – Henrique Martins

Observações:
M/12
Duração: 50 minutos

Adúlteros Desorientados


20 de Fevereiro de 2010, 21h30

Teatro Miguel Franco, Leiria

5€

Peça baseada no texto de Juan José Millás.

Um adúltero tenta encontrar justificação para a sua vida dúplice no relato de inúmeros adultérios reais, possíveis e imaginários. Com um humor desconcertante, viaja pelo estado de confusão em que estão submersos os adúlteros, permanentemente obrigados a uma vigilância constante para que a sua opção de vida não se torne transparente aos olhos dos outros. Sempre encarando o adultério como algo a que não se pode escapar... Enfim, uma vocação, ou até uma metáfora da própria vida.

Com dramaturgia, direcção e concepção plástica de Ana Vitorino, Carlos Costa e Catarina Martins, banda sonora original de João Martins, desenho de luz de José Carlos Coelho e interpretação de Pedro Carreira, “Adúlteros desorientados”, conta ainda com produção executiva de Helena Madeira e coordenação de montagem e operação de luz e som de Luís Ribeiro.

Observações:
Este espectáculo, organizado pela Câmara Municipal de Leiria, tem a duração de aproximadamente 40 minutos, destina-se a maiores de 16 anos e o preço dos bilhetes é de 5 euros, podendo ser adquiridos a partir das 19h30 na bilheteira do Teatro Miguel Franco ou adquiridos on-line em: www.teatrojlsilva.pt (Os bilhetes reservados têm que ser levantados até meia hora antes do início do espectáculo).

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Isto agora… ou vai ou Marcha


Cine-Teatro de Alcobaça, Alcobaça

19 de Fevereiro de 2010, 21h30

20€

Marina Mota e Carlos Cunha encabeçam um vasto elenco de actores nesta nova produção da Revista á Portuguesa.

Isto agora… ó vai ou Marcha aborda os momentos mais importantes da actualidade política e social, como é característica da revista à portuguesa, com especial destaque para casos que nos rodeiam e a que nem sempre damos a devida atenção, para além de todo um aparato cenográfico e um moderno guarda-roupa da autoria de Helena Reis, com muita luz e cor e agradável música, contando também com 6 bailarinos coreografados por Marco de Camillis.

Ficha artística:
Actores: Marina Mota, Carlos Cunha, Rui de Sá, Sara Brás, Flávio Gil , Marisa Carvalho
Guarda-roupa: Helena Reis
Coreografia: Marco de Camillis

Observações:
Público-alvo: M/12
Duração: 2h com intervalo

O Canto do Cisne


O Nariz - Teatro de Grupo

Recreio dos Artistas

Orfeão Velho de Leiria

Sábado dia 20 Fevereiro - 22h

"O Canto do Cisne", Tchékhov
O Nariz
Reservas: 917839147; 965152147

Encenação: Pedro Wilson

Interpretação:

Vassili Vassilievitch Svietlovidov - Pedro Oliveira

Nikita Ivanitch - Henrique Martins

A acção

Passa-se no palco de um teatro de província

de segunda ordem.

Depois do espectáculo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O PORCO LAU E OS TRÊS LOBINHOS


Centro Cultural e Congressos das Caldas da Rainha

7 Fevereiro 2010 | 16:30 | Pequeno Auditório

Preços
Crianças – 4,50€
Adulto – 7,50€

Pacotes Família:
Pacote A – 2 Adulto + 1 Criança = 17,50€
Pacote B – 1 Adulto + 2 Crianças = 15€
Bilhete Grupo (10 Crianças + 1 Adulto) = 37,50€

A Companhia de Teatro "Os Papa-Léguas" apresenta a peça «O Porco Lau e os Três Lobinhos», que conta a história da geração seguinte ao conto tradicional «Os Três Porquinhos e o Lobo Mau».

Na versão original os três porquinhos são perseguidos pelo lobo mau que quer comê-los mas não consegue acabando por cair na panela da sopa.

Neste espectáculo a história não acaba aqui e continua com a nova geração dos personagens tradicionais e com os papéis invertidos.

Assim temos o Porco Lau de seu nome Barbosa, que depois se disfarça de Idalete e as três lobinhas que se transformam em lobinhos que vão viver novas peripécias.

Ficha Artística e Técnica
Interpretação: Cristina Basílio, Margarida Borges, Pedro Cardoso e Sofia Petinga.
Texto, encenação e cenografia: Mário Jorge
Concepção musical: J.Gomez
Coreografias: Margarida Borges
Desenho de luz: O. Anorev
Figurinos: Marije
Mestra de costura: Maria José Baptista
Design gráfico: Miguel Gomes

Público-alvo: m. 4 /CCE

Duração: 50 minutos

sábado, 23 de janeiro de 2010

Hedda Gabler


Teatro José Lúcio da Silva

28 de Janeiro de 2010, 21h30

10,00€

de Henrik Ibsen, com Sofia Alves no papel principal.

"A obra Hedda Gabler escrita por Henrik Ibsen em 1890, é considerada por muitos, um dos maiores textos teatrais de sempre…

Henrik Ibsen nasceu a 20 de Março de 1828, na cidade de Skien na Noruega e faleceu a 23 de Maio de 1906. Hedda Gabler, teve a sua primeira estreia mundial em 1891 no Residenz-Theater de Munique na Alemanha.

Hedda Gabler, (Sofia Alves) é uma jovem aristocrática, filha de um general. Após a morte do General Gabler, começa a sentir que os seus tempos de juventude estão a terminar e resolve então casar com um historiador de nome Tesman (Guilherme Filipe) oriundo de uma família pequena ou burguesa. Tesman foi criado por uma tia, Julianne, (Elisa Lisboa) com o apoio de uma criada, Berta (Maria Dulce). Mas este casamento está longe de ser o que Hedda teria imaginado para si. Lentamente começa a sentir-se perdida e frustrada. A sua vida de casada com uma pessoa como Tesman, não era o que realmente esperava, começando a complicar-se ainda mais, quando um seu antigo apaixonado, Lovborg (Paulo Rocha) e velho amigo do seu marido resolve aparecer na cidade. Lovborg regressa à cidade, apôs ter lançado um livro que está a fazer um grande sucesso e refeito do seu vício antigo pelo álcool. Mas para grande sofrimento de Hedda, existe uma nova mulher na vida dele, Thea Elvsted (Ana Rocha) que é ao mesmo tempo uma mulher casada com um Procurador. Mas tudo será ainda mais complicado quando um velho amigo da família, Brack (Vitor de Sousa), tenta seduzir Hedda. Após a recusa inicial dela, ele irá tentar aproveitar-se de um deslize de Hedda para obrigá-la a ser sua amante. É nestes jogos amorosos onde estão presentes as paixões, traições, dramas, mentiras e desilusões, que se desenvolve grande parte do enredo desta obra.

Temos a possibilidade de ver, personagens simpaticamente incorrigíveis e outros inadaptados às circunstâncias da vida. Que conseguem assim no seu conjunto criar nesta obra, um retrato social do que foi o final de século XIX. Um espectáculo que tem momentos cómicos - hilariantes - dramáticos, como uma verdadeira comédia - trágica."

Direcção e encenação: Celso Cleto
Elenco: Sofia Alves, Ana Rocha, Vitor de Sousa, Elisa Lisboa, Guilherme Filipe, Maria Dulce, Paulo Rocha
Equipa Técnica: José António (cenografia), Carlos Bispo (Iluminação, áudio), Hélder Bugios, (Adereços, Cena), Anthony Fialho (Técnico de Palco), Marta Carvalho (Figurinos, palco), Rosa Maria (produção)

Observações:
M/12
Duração: 2h20m (com intervalo)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Abecedário Mágico


Teatro José Lúcio da Silva

20 de Janeiro de 2010, 15h00

2€

Serviço Educativo - Teatro infantil

Neste espectáculo, contamos a história do Zeca que não está muito entusiasmado com a perspectiva de aprender o abecedário na escola. Para ele, as letras não fazem falta, uma vez que consegue falar sem conhecer nenhuma! Por mais que a Professora Ana o tente convencer, é inútil: “Para que é que eu preciso das letras? Elas existem na minha boca!!!”. Ao adormecer numa das aulas, o Zeca é acordado por um ser misterioso – Azim – que, sem ele dar por isso, lhe vai mostrar como pode ser divertido aprender o abecedário.

Objectivo: Passar conteúdos didácticos duma forma divertida e lúdica, com uma componente musical muito presente.

Autoria do texto: Isabel Campelo e João Didelet
Músicas: Isabel Campelo (letra e música) e João Didelet (letra)
Encenação: João Didelet
Interpretação: Zeca – Célia Maria, Professora Ana e Azim – Isabel Campelo

Observações:
M/3 (Escolas 1º ciclo)
Duração: 1 hora (sem intervalo)

domingo, 3 de janeiro de 2010

A Ver Navios


Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça, Alcobaça

06 de Fevereiro, 15h00
09 de Janeiro, 15h00
16 de Janeiro, 15h00

S.A. Marionetas - Teatro&Bonecos

1807, Novembro. Quase às portas de Lisboa as tropas de Napoleão ameaçam fazer capitular o Rei, como já aconteceu por toda a Europa e mesmo com a vizinha Espanha com quem tinha anteriormente feito uma coligação.

No gabinete D. João VI reúne com os seus conselheiros. Tem que decidir se entra no Bloqueio Continental decretado por Napoleão contra os Ingleses, ou se parte numa viagem jamais feita por um monarca europeu contando com o apoio dos “sempre presentes e velhos aliados” Ingleses.

Em Lisboa, capital do reino corre-se desenfreadamente. Finalmente foi tomada a decisão há muito pensada e por todos adiada. A corte vai partir numa viagem inédita. Transfere-se a Rainha, o Príncipe Regente, a Princesa sua mulher, os príncipes e as princesas, ministros, conselheiros, tesoureiros, secretários, esmoleres, alcaides, escrivãos, criados, pratas, livros, ouros, quadros, porcelanas… para o outro lado do oceano.

Assim tem início o espectáculo que conta a grande aventura de D. João VI e toda a sua corte no Brasil. Conta-se como foi e porque foi.

O elenco conta com cerca de 20 marionetas de fios que representam o D. João, D. Carlota, D. Maria, os filhos D. Pedro e D. Miguel, os Conselheiros D. Rodrigo de Sousa Coutinho, António Araújo e Azevedo, William Beresford, Lord Strangford, entre outros e como não podia deixar de ser Napoleão Bonaparte.

Inicia-se a narrativa com a partida da corte para o Brasil e o impacto da mesma na vida da colónia, regressando por momentos a Portugal e às Guerras Peninsulares, para de novo voltar às peripécias da vida quotidiana do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve do outro lado do Oceano. No final teremos D. Pedro que fica e Napoleão que confessa ter sido enganado.

Destaca-se ainda o grande rigor na confecção dos figurinos das marionetas bem como de cenários e estruturas cénicas que se baseiam em originais da época.

Observações:
Duração: 50m